terça-feira, 9 de dezembro de 2008

lágrimas de chuva.


A chuva batendo no telhado e os trovões que acordam as pessoas de sono breve a acompanham enquanto escreve. Enquanto pensa. Enquanto sente.
Quando criança, ela amava ficar na chuva pelo simples prazer de chegar em casa, tirar a roupa e tomar banho quente. Sentia uma calma plena, poucas vezes encontrada em outros momentos.
Hoje ela deveria estar lá fora, de madrugada, deixando o seu corpo e sua alma serem lavados pela chuva. Porque dentro dela também há água transbordando. Mas, essa, ninguém vê, só ela escuta.

5 comentários:

Georgia disse...

Nem eu sei se chove mais lá fora ou cá dentro...

meus instantes e momentos disse...

belo post, como sempre. Gosto daqui,
Maurizio

Eliana Mara Chiossi disse...

Cheguei aqui pelo blog da Esther e me sinto em casa.

adorei também...
Identificações.

Esther Alcântara disse...

Lindo texto! Identifiquei-me bastante.
Beijos.

Anônimo disse...

a chuva tem sua beleza, como o sol. ela lava a alma e regenera a vida. Eu amo a chuva quando posso estar nela.

Abraços.