sábado, 23 de maio de 2009

a dança caótica do universo.


E a vida continua
É lei: Perder o fio da meada jamais
Pôr fim assim, do nada, nada satisfaz
O mês, já já acaba
Quem fez, fez
Tanto faz quem tanto fez
São três da tarde e já faz a voz que arde
E jaz na foz das atrocidades a paz
Mas dessa vez, a tez para pintar
Após a paz zarpar
É gris, nem luz, Nem giz
É lápis de poeira de mais
São três da tarde e já faz
Um sol, que arde e traz
A voz atroz que se apraz
Mas dessa voz a sós para iluminar
Eu fiz meus pés, corri num chão de giz... Sei lá!
Talvez o cais que eu quis é que não seja lilás
Talvez o cais que eu quis seja o caos, e ele não é lilás.

2 comentários:

Adriana Riess Karnal disse...

adorei teu poema, muito caos organizado!

Universo Cidade disse...

Talvez o cais que eu quis seja o caos, e ele não é lilás.

talvez a rotina não seja o lilas e nós queremos desesperadamente o caos!!!