Já perdi a conta
das noites de sono que perdi
quando me perdi ao te encontrar
Pra te achar eu perdi minha paz
Me perdi, ao achar-me demais
Já perdi a conta
de quantas lagrimas derramei
lagrimas de sal
sangue, sol e mar
Já perdi a conta
dos nomes que te xinguei
mulher da vida, sem coração,
minha mulher
Já perdi a conta
de quantas vezes jurei te esquecer
e de quantas vezes não consegui
Ficar foi morrer
e eu morri
O que não se pode contar
é que talvez seja destino,
sina
É que talvez seja sempre assim,
minha menina
Vou passar minha vida esquecendo você.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
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4 comentários:
o que não se pode contar é tudo o que eu queria que acontecesse sempre
mas sempre não é todo dia!
"Passar minha vida esquecendo você..." Lindo demais. E é assim mesmo. Marcas que não cicatrizam.
Lindo poema menina.
Beijo
Rangel
Lindo poema...mas triste...bom quando há intervalos entre tristeza e novo amor...
Menina... vai ver que a gente esquece mesmo, nada dura para sempre.Logo, logo encontra novo amor maior! Lindo seu poema!
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