quinta-feira, 23 de julho de 2009

por isso o grito no olhar.

Já perdi a conta
das noites de sono que perdi
quando me perdi ao te encontrar
Pra te achar eu perdi minha paz
Me perdi, ao achar-me demais

Já perdi a conta
de quantas lagrimas derramei
lagrimas de sal
sangue, sol e mar

Já perdi a conta
dos nomes que te xinguei
mulher da vida, sem coração,
minha mulher

Já perdi a conta
de quantas vezes jurei te esquecer
e de quantas vezes não consegui
Ficar foi morrer
e eu morri


O que não se pode contar
é que talvez seja destino,
sina
É que talvez seja sempre assim,
minha menina
Vou passar minha vida esquecendo você.

4 comentários:

Universo Cidade disse...

o que não se pode contar é tudo o que eu queria que acontecesse sempre
mas sempre não é todo dia!

Alfredo Rangel disse...

"Passar minha vida esquecendo você..." Lindo demais. E é assim mesmo. Marcas que não cicatrizam.
Lindo poema menina.
Beijo

Rangel

Anônimo disse...

Lindo poema...mas triste...bom quando há intervalos entre tristeza e novo amor...

Unknown disse...

Menina... vai ver que a gente esquece mesmo, nada dura para sempre.Logo, logo encontra novo amor maior! Lindo seu poema!