Hoje eu perguntei a uma amiga. Você era feliz com ele? E ela disse: Eu era muito feliz com ele. E muito triste comigo mesma. Sem ele eu não sou nem uma coisa e nem outra. Eu sorri e disse pra ela: eu prefiro a vida assim. Ela disse: prefere mesmo? Eu disse, comendo um pão de queijo: não, não prefiro, mas pelo menos, assim, eu consigo estar aqui com você pesando mais de quarenta quilos.
(Me esquece, por favor. Eu nunca vou esquecer você. Eu não soube o que fazer com você, mas sei o que fazer com o não-você. Isso eu sei fazer e faço bem. Lembrar que era terrível e incrível. Terrível, meu amor, como poucas (ou nenhuma) coisas foram. Mas absolutamente incrível.)
segunda-feira, 18 de maio de 2009
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3 comentários:
Estou aqui ainda a pensar o que prefiro. Acho que prefiro pensar que existo além e apesar de "alguéns"...
Tua literatura sempre tão intensa.
Bjos querida.
"detesto que me chamem de querida" :)
beijos linda,
Gustavo
>¨<
ps: linda é melhor.
obrigada pelo teu comentário!
[somos fã da amélie!]
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